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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
A tristeza da jornada
Quando se vê o caminho, ou talvez somente o destino no horizonte, ou ainda ser guiado por alguém traz a segurança necessária para alcançar seus objetivos. A incerteza, a jornada confusa, o seguir só são barreiras que devem ser quebradas para a evolução. Muitas vezes fazemos tudo certo temos todos os recursos, mas e a graça, onde fica?
Construir, inventar, desafiar os limites que lhe foram impostos geram uma satisfação incrível. É difícil e doloroso, mas a satisfação não tem par. Sair do porto sem destino, vislumbrando desde a jornada ao destino, não só é memorável, muda tudo.
Construir, inventar, desafiar os limites que lhe foram impostos geram uma satisfação incrível. É difícil e doloroso, mas a satisfação não tem par. Sair do porto sem destino, vislumbrando desde a jornada ao destino, não só é memorável, muda tudo.
sábado, 11 de setembro de 2010
Não haverá Holocausto
Em uma Europa tomada por imigrantes pobres, manchada pela pobreza e atraso do Islamismo é possível ver que algo está sendo feito. Homens de bem trabalham para que a população da terra mantenha seus direitos e sua qualidade de vida. Não chamam de perseguição, consideram que a cultura superior está clareando as mentes entorpecidas pelas trevas de uma religião rudimentar. Não é uma guerra de religiões, mas uma luta contra a religião, é a Não Religião contra o Islamismo.
A lista de atividades voltadas e expurgar a lua crescente do Velho Mundo se inicia despretensiosa. Proíbem-se os véus em ambientes escolares sob alegações da República ser laica. Em seguida lhes são proibidos os véus tradicionais em todo o país de forma que os novos entrantes entendam que a cultura do país em que desembarcam é a que deve prevalecer. Como consequência lógica escondem os minaretes, proibindo-os de serem construídos. Passa a proibição para que os filhos de Alá entrem nas terras da razão de recomendação a crime.
Enquanto as mais diversas justificativas forem sendo empurradas para excluir, estigmatizar e oprimir indivíduos que tem em comum pouca coisa alem da religião em que nasceram aparentemente tudo permanece em harmonia. Os países de onde veem continuam sendo palco de guerras de motivação duvidosa. Isto não incomoda, ao contrário de uma nova mesquita ser construida.
O dia em que eles começarem a ser exterminados por não terem nascido cristãos NÃO SERÁ UM HOLOCAUSTO, talvez alguma penalização por não terem entendido que não deveriam ter ido em busca de algo melhor.
A lista de atividades voltadas e expurgar a lua crescente do Velho Mundo se inicia despretensiosa. Proíbem-se os véus em ambientes escolares sob alegações da República ser laica. Em seguida lhes são proibidos os véus tradicionais em todo o país de forma que os novos entrantes entendam que a cultura do país em que desembarcam é a que deve prevalecer. Como consequência lógica escondem os minaretes, proibindo-os de serem construídos. Passa a proibição para que os filhos de Alá entrem nas terras da razão de recomendação a crime.
Enquanto as mais diversas justificativas forem sendo empurradas para excluir, estigmatizar e oprimir indivíduos que tem em comum pouca coisa alem da religião em que nasceram aparentemente tudo permanece em harmonia. Os países de onde veem continuam sendo palco de guerras de motivação duvidosa. Isto não incomoda, ao contrário de uma nova mesquita ser construida.
O dia em que eles começarem a ser exterminados por não terem nascido cristãos NÃO SERÁ UM HOLOCAUSTO, talvez alguma penalização por não terem entendido que não deveriam ter ido em busca de algo melhor.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Com medo da segurança.
Um louco que me ensinou que é necessário pensar antes de seguir a manada. Percebi que refletia muito, analisava as mais variadas situações e conseguia tinha um sistema de diagnóstico inusitado, mas congruente. Como Sócrates ele construía desconstruindo conceitos. Vá, pense no que ocorre a seu redor. Quanto você perde para manter o pouco que tem? O quanto a segurança do lugar que você está lhe prende para não fazer nada? No fundo todos nós somos um animal selvagem enjaulado em convenções e ritos. Estamos prestes a explodir a qualquer hora, a depressão leva a atitudes desesperadas, o que está adormecido uma hora volta a tona.
O que intriga é quando não vemos nunca a fera. Engolir sempre, aceitar o desagrado, funcionar como um relógio, tudo isto acontece, é perfeitamente normal em uma sociedade como a nossa. O que ocorre então? Simples, se não explodir, não mudar, derrubar a casinha e permitir que o animal sinta o gosto da vida, implodirá cedo ou tarde.
O louco teve medo, tentou domesticar-se, não conseguiu, ninguém consegue.
sábado, 7 de agosto de 2010
Mudando o tema
Um homem tem várias decisões a tomar durante sua vida. É como aqueles jogos onde você tem uma pequena bolinha e tem de atravessar obstáculos para coloca-la em um buraco usando a gravidade. Se ir para um lado demais não consegue, o importante é o equilíbrio. A grande diferença é que não existe um buraco definido, o porto onde você deve chegar é você quem deve escolher. O campo de obstáculos é infinito. Não existe direção lhe limitando, podem haver obstáculos, mas não barreiras impenetráveis.
Olhando por este aspecto parece tudo muito interessante e a vida demasiado simples. Na realidade a coisa é simples, desde que você saiba que em cada direção estão algumas opções e que elas são excludentes uma das outras, em resumo temos de escolher o que queremos ter e o que abrir mão.
Vejo em todas as direções as pessoas insatisfeitas por não terem isto, por não conseguirem aquilo. Contudo o caminho que elas escolheram, o buraco para sua pequena bola de chumbo, não é compatível com o que elas tem. Como ter filhos e muito dinheiro? Dedicar-se a sua família enquanto trabalha duro para progredir em seu emprego/empresa?
Ter tudo é impossível, aceitar é imperativo. Não significa que você terá que largar o que tem para ter sucesso, mas aceitar que ter sucesso em algo significa fracassar em outras frentes. A mais difícil das tarefas não é chegar onde se quer, mas descobrir o que você quer abrir mão. Você não pode sequer querer ganhar todas.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Lidando com a fama
O mundo virtual é um refúgio para o meu lado intelectual. Sinto-me reconfortado ao encontrar um lugar para meus devaneios literários longe do ti-ti-ti que me circunda diariamente. No meu trabalho sou muito conhecido, não necessariamente apreciado. Acredito que a maneira autêntica de pensar e me expressar causam este interesse. Claro que audiência não é ruim, mas não agrega tanto quanto prometem. Antes de desbravar os desafios do mundo corporativo acreditava que ser um chefe era algo essencial para obter satisfação no trabalho. Entretanto estou reticente em tomar esta decisão. Muito peso pode ser colocado em suas costas de uma hora para outra. Assumir um sistema que não lhe satisfaz e ter de defende-lo com unhas e dentes é um grande desafio. É bacana aprimorar o que se faz, inventar, melhorar, mas certas engrenagens parecem massacrar qualquer tentativa de altera-las. A burocracia é outro monstro a ser superado. Certa vez tive de ouvir calado por longos minutos uma extensa explicação sobre como as coisas devem ser. Não consegui aceitar, me apequeno para não me ferir mais. Não vou abrir mão de algum resquício de juventude que queima dentro de mim e não me permite aceitar o errado e defende-lo só porque é o que querem que faça. Eu não sou mais um personagem nesta farça. Não vou me contentar em pilotar um barco que navega na direção contrária dos meus sonhos. Melhor aguardar sem motins e discussões uma oportunidade de fuga. Tolerar o erro difere de aceitar. Sei como deve ser mas não quero que seja assim.
Muitas vezes senti a inveja corroendo-me. Vi as pessoas que fizeram o que deviam em suas posições de triunfo. Contudo continuo na longa jornada fazendo o que acredito e deixando de lado o imediatismo. Não irei perder! Fico com minha consciência e minhas convicções. Aceito ser diferente.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O homem moderno
Hoje me surpreendi analisando um casal dentro do metrô. Um homem de aproximadamente 45 anos com cabelos grisalhos bem cortados. Modernamente vestido usava uma camisa roxa com um corte arrojado, calças jeans, tenis de couro. Formava uma figura bonita com óculos com armação de plástico e a mochila com zipers gigantes. Acompanhando ele estava sua filha uma bonita menina de por volta de 13 anos. Trajando bluza roxa e jeans com um casaco vermelho amarrado ao corpo ia para escola com a tradicional mochila de princesa rosa, tão apreciada por garotinhas.
Aqueles dois dominaram minha atenção. Observei que a menina olhava o pai como ao ursinho predileto que acabou de encontrar depois de uma semana perdido na roupa suja. A falta de aliança na mão do pai explicava que o convívio dos dois não era o mais próximo, mais uma família separada pelas vicissitudes do ajuntamento humano contenporâneo.
O pai seguia indiferente aos olhares da filha lendo Carl Sagan. Neste ponto começei a devagar sobre o que exatamente estes dois representavam para mim. Atualmente casais separados e filhos que dividem os pais em regime de escala são comuns, isso não significa que seja algo bom. Vi um homem que não se aceitava trancado em um relacionamento em busca de auto afirmação e que não sabia como se relacionar com a filha carente de atenção.
Tenho a sensação de que estamos caminhando para o lugar errado desta forma. Algo que deveria ser a exessão, o divórcio, tornou-se regra. As famílias não se sustentam frente as exigências que se impõem as pessoas de carne e osso. As mulheres tem de se manter lindas 24 horas por dia enquanto trabalham e cuidam dos filhos. É fácil ver a incoerência do que apresento, trabalhando 8 horas, dormindo 8 horas, ficando 2 horas no trânsito caótico, vendo novela das 6, 7, jornal e novela das 9 são mais 3 horas no mínimo de televisão, resumindo sobram 3 horas para educar os filhos, cuidar da saúde, satisfazer os desejos da carne e alimentar algum lazer. IMPOSSÍVEL.
Onde estamos errando?
Aqueles dois dominaram minha atenção. Observei que a menina olhava o pai como ao ursinho predileto que acabou de encontrar depois de uma semana perdido na roupa suja. A falta de aliança na mão do pai explicava que o convívio dos dois não era o mais próximo, mais uma família separada pelas vicissitudes do ajuntamento humano contenporâneo.
O pai seguia indiferente aos olhares da filha lendo Carl Sagan. Neste ponto começei a devagar sobre o que exatamente estes dois representavam para mim. Atualmente casais separados e filhos que dividem os pais em regime de escala são comuns, isso não significa que seja algo bom. Vi um homem que não se aceitava trancado em um relacionamento em busca de auto afirmação e que não sabia como se relacionar com a filha carente de atenção.
Tenho a sensação de que estamos caminhando para o lugar errado desta forma. Algo que deveria ser a exessão, o divórcio, tornou-se regra. As famílias não se sustentam frente as exigências que se impõem as pessoas de carne e osso. As mulheres tem de se manter lindas 24 horas por dia enquanto trabalham e cuidam dos filhos. É fácil ver a incoerência do que apresento, trabalhando 8 horas, dormindo 8 horas, ficando 2 horas no trânsito caótico, vendo novela das 6, 7, jornal e novela das 9 são mais 3 horas no mínimo de televisão, resumindo sobram 3 horas para educar os filhos, cuidar da saúde, satisfazer os desejos da carne e alimentar algum lazer. IMPOSSÍVEL.
Onde estamos errando?
terça-feira, 6 de abril de 2010
O homem só
Olá novamente,
interessante o indivíduo escrever para que ninguém o leia. Acho que é algo que há dentro de você que quer sair independente de publicidade ou de audiência. Talvez o mais interessante desta história toda seja o fator perene de uma situação momentânea. Com certeza amanhã não escreveria estas palavras, ou talvez nem hoje uma hora antes. O instante de uma mente humana eternizada na escrita. Com certeza é algo importante, caso contrário não haveria mudado o mundo como o fez.
Hoje estou meio filosófico sem muita criatividade para o que mais gosto que é a comédia. Engraçado que o que me sai pelas letras é mais sério do que como me comporto. A graça fica para outra hora.
Aproveitando que não tenho muito escrito nestes últimos dias, nem planejado nenhuma conspiração reflito sobre o caráter temporário da nossa vida. Pensando sobre uma das minhas discussões com minha esposa percebi que o que me afligia, quando falava com ela era a falta de perspectiva que surgiu.
Como ficar calmo sem saber o que é que quero fazer? É como ligar o piloto automático, resolvendo problemas que não são seus, que não lhe importam sem querer pensar.
Acho que como eu devem haver muitos. Não nos desesperemos, com certeza em breve acharemos algo para nos agarrarmos para nos sentir motivados. Quero ter mais liberdade e ela depende de escolhas que são difíceis de tomas, principalmente quando temos de lidar com o medo do desconhecido.
A pior situação é ficar como está por não ter coragem de tentar.
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